Quem são os maiores campeões da Libertadores?

Resumo
Taça Campeão Sul-americano

A Copa Libertadores da América é o torneio mais importante do futebol de clubes na América Latina e figura entre as competições mais respeitadas do cenário mundial. Seu prestígio se deve ao alto nível técnico das equipes participantes, que contam com jogadores talentosos e comissões técnicas de destaque no esporte. Realizada desde 1960, a competição chega à sua 65ª edição reunindo algumas das camisas mais tradicionais do continente, incluindo os principais times do futebol brasileiro.

Embora os clubes do Brasil tenham se sobressaído nas últimas temporadas, o panorama histórico mostra um domínio maior de argentinos e uruguaios, que acumulam mais conquistas ao longo dos anos. Nesse contexto, algumas equipes construíram legados importantes e se tornaram referências ao levantar o troféu em diversas oportunidades, marcando seus nomes de forma definitiva na história da Libertadores.

Os três maiores campeões da Libertadores

A trajetória da Copa Libertadores é repleta de clubes históricos que levantaram o troféu em várias oportunidades. Entre tantos vencedores, três equipes se destacam por suas campanhas marcantes e pelo número de títulos, consolidando seus nomes como as maiores potências do torneio continental.

Independiente – A dinastia argentina

Independiente

Com sete conquistas, o Independiente, da Argentina, ocupa o topo da lista de maiores campeões da Libertadores. O clube construiu sua hegemonia principalmente entre as décadas de 1960 e 1980, quando se transformou em uma verdadeira força do futebol sul-americano.

A primeira taça veio em 1964, nos primeiros anos da competição. Depois, o time escreveu um capítulo histórico ao faturar quatro títulos consecutivos, entre 1972 e 1975 — um feito raríssimo até hoje. Esse domínio absoluto, aliado ao aproveitamento perfeito nas finais que disputou, rendeu ao clube o apelido de “Rei de Copas”.

O Independiente é conhecido por ter um dos estádios mais tradicionais da Argentina, o Libertadores de América, batizado em homenagem justamente ao sucesso do clube no torneio. Seus títulos foram conquistados em 1964, 1965, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1984.

Boca Juniors – Tradição e pressão na Bombonera

La Bombonera

Logo atrás aparece o Boca Juniors, outro gigante argentino, com seis troféus. O clube de Buenos Aires é reconhecido pela força em jogos decisivos e por eliminar equipes brasileiras em momentos importantes, o que lhe rendeu fama de adversário duro e temido na competição.

Apesar de já ter vencido nos anos 70, o auge aconteceu no início dos anos 2000. Sob o comando do técnico Carlos Bianchi, o time conquistou três títulos em um curto intervalo — 2000, 2001 e 2003 — apresentando um futebol competitivo, intenso e extremamente eficiente.

A Bombonera é famosa pela atmosfera vibrante criada pela torcida, que transforma cada partida em casa em um verdadeiro caldeirão, pressionando os adversários do início ao fim. Ídolos como Riquelme e Palermo marcaram época nessas campanhas. As conquistas vieram em 1977, 1978, 2000, 2001, 2003 e 2007.

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Peñarol – Tradição uruguaia no continente

Torcida Peñarol

Fechando o pódio está o Peñarol, do Uruguai, dono de cinco títulos e de uma ligação histórica com a Libertadores desde sua criação. O clube foi o primeiro campeão do torneio, em 1960, iniciando uma trajetória vitoriosa que ajudou a projetar o futebol uruguaio no cenário sul-americano.

No ano seguinte, repetiu o feito e, em 1966, venceu uma final emocionante contra o River Plate, decidida apenas no jogo desempate. Já na década de 80, voltou a brilhar ao conquistar mais duas taças, consolidando sua tradição na competição.

O Peñarol protagoniza com o Nacional um dos clássicos mais antigos e intensos do mundo, mobilizando torcedores de todo o país a cada encontro. Seus títulos foram conquistados em 1960, 1961, 1966, 1982 e 1987.

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Outras potências do continente

Além dos três clubes que lideram o ranking de títulos, outras equipes também deixaram sua marca na história da Copa Libertadores, acumulando conquistas importantes e protagonizando campanhas inesquecíveis.

River Plate e Estudiantes – Quatro títulos cada

River Plate e Estudiantes, ambos da Argentina, aparecem logo na sequência entre os maiores vencedores, com quatro troféus cada, superando inclusive muitos dos principais clubes brasileiros em número de conquistas.

O River viveu momentos de destaque em diferentes gerações, levantando a taça em 1986, 1996, 2015 e 2018. A campanha mais emblemática aconteceu justamente em 2018, quando decidiu o título contra o maior rival, o Boca Juniors, em uma final histórica. Após empate no primeiro jogo, a decisão foi transferida para Madri, no estádio Santiago Bernabéu, algo inédito na competição. Na prorrogação, o River venceu por 3 a 1 e garantiu o troféu em um dos capítulos mais dramáticos do futebol sul-americano.

O River é conhecido pelo apelido “Los Millonarios”, por ter sido um dos clubes que mais investiu em contratações de peso na Argentina ao longo do século XX.

O Estudiantes, por sua vez, brilhou principalmente no fim dos anos 60, quando conquistou três Libertadores seguidas, entre 1968 e 1970, mostrando enorme força tática e competitividade. Décadas depois, voltou ao topo em 2009, liderado por Juan Sebastián Verón, ídolo do clube e herdeiro de uma família tradicional no futebol argentino.

Verón repetiu um feito do pai, Juan Ramón Verón, que também foi campeão da Libertadores pelo Estudiantes nos anos 60, tornando a família símbolo da história do clube.
Os títulos do Estudiantes vieram em 1968, 1969, 1970 e 2009.

Os brasileiros de maior destaque na Libertadores

Os clubes do Brasil também construíram uma história de peso na Copa Libertadores e, ao longo das décadas, passaram a figurar entre os protagonistas do torneio. Com campanhas marcantes e elencos memoráveis, várias equipes acumularam títulos e consolidaram o país como uma das maiores forças do continente.

Flamengo – Protagonismo recente e tradição histórica

O Flamengo alcançou um lugar especial na competição ao se tornar o primeiro clube brasileiro a conquistar quatro títulos da Libertadores. A primeira glória veio em 1981, com um time lendário liderado por Zico, que superou o Cobreloa na decisão e marcou época no futebol sul-americano.

Depois de um longo intervalo sem títulos, o rubro-negro voltou ao topo em 2019, em uma final eletrizante contra o River Plate, decidida nos minutos finais com dois gols de Gabigol, em uma virada inesquecível. O clube repetiu o feito em 2022, superando o Athletico Paranaense, e mais tarde garantiu o tetracampeonato ao vencer o Palmeiras em Lima, consolidando-se como o maior campeão brasileiro do torneio.

A final de 2019 transformou Gabigol em ídolo instantâneo, já que seus dois gols saíram nos acréscimos do segundo tempo, algo raro em decisões continentais. Os títulos vieram em 1981, 2019, 2022 e 2025.

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Palmeiras – Força da nova geração

O Palmeiras se firmou como uma das equipes mais dominantes da era recente. Sua primeira conquista aconteceu em 1999, quando venceu o Deportivo Cali nos pênaltis, encerrando um longo jejum.

Décadas depois, o clube retomou o protagonismo: em 2020 superou o Santos na final, e em 2021 bateu o Flamengo para conquistar o bicampeonato consecutivo. Sob o comando do técnico Abel Ferreira, o time passou a ser reconhecido pela consistência tática e pela competitividade em mata-matas.

Abel se tornou um dos técnicos estrangeiros mais vitoriosos da história do futebol brasileiro em pouquíssimo tempo, criando forte identificação com a torcida. As taças foram conquistadas em 1999, 2020 e 2021.

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São Paulo – Pioneirismo e tradição

O São Paulo foi o primeiro clube brasileiro a alcançar três títulos da Libertadores, abrindo caminho para o sucesso nacional no torneio. A primeira conquista veio em 1992, diante do Newell’s Old Boys, com um elenco talentoso comandado por Telê Santana.

No ano seguinte, o time manteve o alto nível e garantiu o bicampeonato ao derrotar a Universidad Católica. Já em 2005, voltou a brilhar ao aplicar uma goleada histórica sobre o Athletico Paranaense na final, com destaque para o goleiro Rogério Ceni, líder técnico e capitão do elenco.

Rogério Ceni, além de decisivo como goleiro, é um dos maiores artilheiros da história do clube, graças aos seus gols de falta e pênalti. Os títulos vieram em 1992, 1993 e 2005.

Maiores campeões bras
ileiros da história da Libertadores

Outros campeões brasileiros

Além dos clubes mais vitoriosos, outras equipes do Brasil também eternizaram seus nomes na Libertadores com conquistas históricas e campanhas inesquecíveis.

Internacional – Bicampeão (2006 e 2010), ficou marcado pela liderança de Fernandão e D’Alessandro e pelo título mundial logo após a primeira conquista.

Cruzeiro – Venceu em 1976 e 1997, destacando-se por times ofensivos e por revelar grandes talentos ao futebol brasileiro.

Corinthians – Campeão invicto em 2012, protagonizou uma das campanhas mais seguras da história do torneio.

Atlético Mineiro – Levantou a taça em 2013 com viradas épicas e a inspiração de Ronaldinho Gaúcho.

Vasco da Gama – Conquistou a América em 1998, no ano do centenário, com Romário como referência do elenco.

Fluminense – Ganhou seu primeiro título em 2023, coroando uma geração marcada pelo futebol envolvente e ofensivo.

Botafogo – Campeão em 2024, retomou o protagonismo continental e voltou ao topo do futebol sul-americano.

Ranking dos maiores campeões da Libertadores

Independiente (ARG) – 7 conquistas
Boca Juniors (ARG) – 6 conquistas
Peñarol (URU) – 5 conquistas
River Plate (ARG) – 4 conquistas
Estudiantes (ARG) – 4 conquistas
Flamengo (BRA) – 4 conquistas (maior campeão brasileiro)
Palmeiras (BRA) – 3 conquistas
São Paulo (BRA) – 3 conquistas
Grêmio (BRA) – 3 conquistas
Santos (BRA) – 3 conquistas
Olimpia (PAR) – 3 conquistas
Nacional (URU) – 3 conquistas

Conclusão da Glória

Ao longo de mais de seis décadas, a Copa Libertadores consolidou-se como o torneio mais importante do futebol sul-americano, reunindo clubes tradicionais, grandes ídolos e histórias que atravessam gerações. A competição foi marcada por dinastias argentinas e uruguaias, mas também viu o crescimento do protagonismo brasileiro, que nas últimas décadas passou a dominar o cenário continental.

Entre títulos históricos, rivalidades intensas e finais inesquecíveis, a Libertadores segue sendo sinônimo de emoção, superação e tradição, eternizando equipes e jogadores na memória dos torcedores. Mais do que um troféu, conquistar a América significa entrar para a história do futebol.

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