A atual campeã do mundo inicia a preparação para o Mundial de 2026 com a responsabilidade de sustentar o topo do futebol internacional. Após a conquista histórica no Catar, a equipe comandada por Lionel Scaloni chega mais experiente, consolidada e acostumada a decisões.
Na final de 2022, a seleção sul-americana protagonizou um dos jogos mais marcantes da história das Copas ao superar a França em uma disputa dramática, garantindo sua terceira estrela. O triunfo colocou o país novamente entre as maiores potências do esporte e encerrou um jejum de 36 anos sem títulos mundiais.
Como curiosidade, aquela decisão foi a primeira final de Copa do Mundo em que dois jogadores marcaram três gols na mesma partida — um feito raro que elevou ainda mais o peso histórico do confronto.
Para o próximo Mundial, a expectativa é de que a equipe argentina se apresente ainda mais competitiva. Já consolidada entre as principais seleções do planeta, a base campeã foi preservada, mantendo a maior parte dos seus protagonistas. A única ausência relevante é a de Ángel Di María, que encerrou sua trajetória na seleção após a última conquista mundial.
Paralelamente, alguns atletas assumiram papel ainda mais decisivo nos anos recentes. Julián Álvarez, por exemplo, firmou-se como um dos atacantes mais influentes do futebol internacional. Da mesma forma, Cristian Romero e Enzo Fernández evoluíram significativamente, ganhando reconhecimento e status de destaque em suas respectivas posições.
Por outro lado, jogadores experientes como Lionel Messi e Lautaro Martínez, apesar de continuarem decisivos, já demonstram sinais naturais de desgaste físico. Mesmo assim, o camisa 10 segue empenhado em manter alto nível de desempenho atuando pelo Inter Miami, preparando-se intensamente para o que deve ser sua última participação em uma Copa do Mundo. A promessa é de dedicação máxima em busca de mais um capítulo marcante com a seleção argentina.
Na posição de goleiro, Emiliano “Dibu” Martínez continua como dono da titularidade e mantém desempenho seguro quando veste a camisa da seleção argentina. Suas atuações recentes reforçam a confiança da comissão técnica em seu trabalho.
Além disso, surge a possibilidade de Agustín Rossi, atualmente no Flamengo, aparecer como alternativa para compor o elenco, sendo uma opção viável para a reserva no próximo Mundial.
Dibu Martínez entrou para a história ao se tornar o primeiro goleiro argentino a conquistar o prêmio de melhor da posição em uma Copa do Mundo, reconhecimento que consolidou ainda mais seu status como peça fundamental da equipe campeã.
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Argentina conta com uma nova geração de talentos.
O elenco também ganhou reforços com a inclusão de novos talentos como Franco Mastantuono, Nico Paz, Panichelli, Valentín Barco, Giuliano Simeone e Gianluca Prestianni. Trata-se de uma geração jovem — todos com menos de 24 anos — que não participou da última edição do torneio, mas que agora desponta como forte candidata a integrar a convocação para o próximo Mundial.
A presença desses atletas evidencia o processo de renovação da equipe, ampliando as opções da comissão técnica e projetando um futuro promissor para a seleção argentina.
Um nome bastante familiar ao torcedor brasileiro que também tem aparecido nas convocações de Lionel Scaloni é Flaco López. O atacante atravessa um momento positivo no Palmeiras e, aos 25 anos, surge como candidato a disputar sua primeira Copa do Mundo, podendo chegar ao torneio em alta e representando o clube paulista no cenário internacional.
Caso seja convocado, Flaco López poderá integrar um grupo seleto de jogadores do Palmeiras que já defenderam a Argentina em competições oficiais, reforçando a histórica conexão entre o futebol argentino e o brasileiro.
Performance nas últimas partidas
Durante as Eliminatórias, a seleção argentina demonstrou ampla superioridade. Em 18 jogos disputados, somou 12 vitórias, dois empates e apenas quatro derrotas, encerrando a campanha com 38 pontos — nove a mais que o Equador, segundo colocado na tabela. O desempenho consistente confirmou o favoritismo da equipe ao longo da fase classificatória.
Já na Copa do Mundo de 2026, a Argentina integrará o Grupo J, ao lado de Argélia, Áustria e Jordânia. Pelo equilíbrio técnico apresentado recentemente e pela experiência do elenco, a expectativa é de que a equipe avance ao mata-mata como líder da chave.
Desde a adoção do formato com fase de grupos mais ampla, a Argentina frequentemente consegue terminar essa etapa entre os primeiros colocados, demonstrando regularidade histórica na competição e reforçando sua tradição em Copas do Mundo.
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