A Copa do Mundo de 1994, realizada nos Estados Unidos, costuma ser lembrada como um marco importante para o desenvolvimento do futebol no país. Em 2026, a expectativa é de que o impacto seja semelhante ou até maior.
A seleção masculina norte-americana pretende ter um papel de destaque na Copa do Mundo da FIFA de 2026. Como uma das anfitriãs do torneio, a equipe terá não apenas a missão de ajudar a promover uma competição memorável, mas também a oportunidade de usar o fator casa a seu favor para avançar o máximo possível na disputa.
Caminho até a classificação
Por serem um dos países-sede da Copa do Mundo FIFA de 2026, os Estados Unidos já têm presença garantida no torneio, sem a necessidade de disputar eliminatórias. Será a segunda vez que o país recebe o Mundial, após a edição de 1994. Os outros anfitriões serão Canadá e México: para os canadenses, será a estreia como sede da competição, enquanto os mexicanos sediarão o torneio pela terceira vez, repetindo o feito de 1970 e 1986.
A Copa de 2026 será a primeira da história com 48 seleções participantes, ampliando o formato tradicional e aumentando o número de jogos do torneio.
Campanhas do país em Mundiais
A seleção masculina dos Estados Unidos possui uma longa história em Copas do Mundo, tendo participado das edições de 1930, 1934, 1950, 1990, 1994 (como país-sede), 1998, 2002, 2006, 2010, 2014 e 2022. Ao longo dessas participações, a equipe alternou momentos de reconstrução com campanhas competitivas, consolidando gradualmente sua presença no cenário internacional.
O melhor desempenho da história dos Estados Unidos em Mundiais ocorreu logo na primeira edição do torneio, em 1930, no Uruguai. Na ocasião, os norte-americanos chegaram às semifinais e terminaram a competição na terceira colocação, resultado que até hoje permanece como a campanha mais marcante da seleção em Copas do Mundo.
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Quais serão os destaques dos EUA na Copa do Mundo?
Christian Pulisic deve ser a principal referência técnica da seleção dos Estados Unidos na Copa de 2026. O atacante de 27 anos atua pelo tradicional Milan, da Itália, e já defendeu clubes de peso como Chelsea — onde conquistou a Liga dos Campeões — e Borussia Dortmund. Pela seleção, é atualmente o maior artilheiro em atividade, com 32 gols, ocupando também a quinta posição na lista histórica. No Mundial de 2022, deixou sua marca com um gol importante.
No meio-campo, Weston McKennie e Tyler Adams aparecem como peças fundamentais para o equilíbrio da equipe. Ambos disputaram a Copa de 2022 e devem novamente assumir papel de liderança, contribuindo tanto na proteção defensiva quanto na organização das jogadas. McKennie veste a camisa da Juventus, enquanto Adams atua no Bournemouth, da Inglaterra.
Na defesa, Chris Richards vem se firmando como um dos pilares do sistema defensivo norte-americano. O zagueiro ganhou destaque no Crystal Palace e tem mostrado consistência, força física e boa leitura de jogo. Já no gol, Matt Freese surge como o principal candidato à titularidade, após boas atuações tanto pela seleção quanto pelo New York City FC, na MLS.
Outro nome importante é Sergiño Dest. O lateral se destaca pela velocidade, capacidade ofensiva e habilidade no um contra um, oferecendo profundidade pelo lado do campo. Com experiência no futebol europeu, Dest tende a ser uma arma valiosa para dar amplitude ao ataque dos Estados Unidos e criar superioridade pelas laterais.
Giovanni Reyna também merece atenção especial. Considerado um dos jogadores mais talentosos da nova geração americana, o meia é conhecido pela criatividade, visão de jogo e qualidade técnica. Quando está em boa forma física, Reyna acrescenta imprevisibilidade ao setor ofensivo e pode ser decisivo na criação de chances e no apoio aos atacantes.
Quem comanda a seleção dos EUA na Copa do Mundo?
Mauricio Pochettino, argentino de origem, disputou a Copa do Mundo de 2002 como jogador da seleção da Argentina antes de construir uma sólida carreira como treinador. Sua trajetória à beira do campo começou no Espanyol, da Espanha, clube no qual também atuou como atleta. Posteriormente, transferiu-se para a Inglaterra, onde comandou o Southampton e chamou atenção pelo estilo ofensivo de jogo.
O treinador ganhou ainda mais destaque ao levar o Tottenham à final da Liga dos Campeões de 2019, campanha histórica para o clube londrino, embora o título tenha ficado com o Liverpool. Depois disso, assumiu o Paris Saint-Germain, equipe que também defendeu como jogador, e durante sua passagem conquistou o Campeonato Francês. Em seguida, teve uma breve experiência de uma temporada no Chelsea.
À frente da seleção dos Estados Unidos, Pochettino soma até o momento 13 vitórias, 7 derrotas e 2 empates, buscando implementar sua filosofia de intensidade, pressão alta e valorização de jovens talentos.
Pochettino é conhecido por valorizar muito o preparo físico e mental dos atletas — ele já declarou que costuma trabalhar com técnicas de motivação e até elementos ligados à psicologia esportiva para fortalecer o desempenho coletivo das equipes.
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Conclusão
Com uma geração talentosa, jogadores atuando nas principais ligas do mundo e a vantagem de sediar a competição, os Estados Unidos chegam à Copa do Mundo de 2026 com expectativas elevadas. A equipe combina juventude, experiência internacional e um treinador acostumado a trabalhar em alto nível, fatores que podem transformar o Mundial em um momento marcante para o futebol do país. Se conseguir manter regularidade e aproveitar o apoio da torcida, a seleção americana tem condições reais de protagonizar uma de suas melhores campanhas da história.
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