Relembre os 22 gols mais bonitos das Copas do Mundo

Resumo
Gols Bonitos Copa

A Soccer Scorpion selecionou 22 dos gols mais impressionantes entre os 2.548 marcados ao longo da história da Copa do Mundo, considerando edições até 2018.

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Pelé contra Suécia na final da Copa de 1958

O instante em que Pelé passou a ser reconhecido como “O Rei”. Com apenas 17 anos, ele disputava sua primeira Copa do Mundo, após uma decisão ousada do treinador Vicente Feola, que contrariou a recomendação do psicólogo João Carvalhaes. Na visão do especialista da Seleção Brasileira, Pelé ainda não tinha idade ideal para atuar em um Mundial. Ainda assim, foi naquele cenário que começou a trajetória lendária que marcaria o futebol nas décadas seguintes.

Bobby Charlton marca no duelo entre Inglaterra e México em 1966

Cerca de 92 mil torcedores presentes em Wembley presenciaram o brilho de Bobby Charlton. Além de garantir o resultado, o gol teve papel decisivo para que a Seleção Inglesa ganhasse confiança, após a estreia sem gols diante do Seleção Uruguaia. O lateral-direito Terry Paine não poupou elogios ao colega: afirmou que foi o gol mais bonito que já viu a Inglaterra marcar.

Carlos Alberto Torres marca no duelo entre Brasil e Itália em 1970

Para muitos, trata-se do gol perfeito. Carlos Alberto Torres, considerado um dos maiores laterais da história, era o capitão de um time memorável. Antes da finalização elegante, a jogada contou com a participação de sete jogadores, em uma construção coletiva que simboliza um dos momentos mais brilhantes do futebol mundial.

Nelinho marca em Brasil x Itália na Copa de 1978

Outro lateral brasileiro que marcou época em Copas do Mundo — novamente tendo a Itália como vítima. Nelinho protagonizou um lance inesquecível na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo FIFA 1978.

Em entrevista ao site da FIFA, em 2012, ele relembrou o momento: explicou que muitos ainda perguntam se o chute foi sorte ou um cruzamento, mas garantiu que não teve essa intenção. Segundo o próprio jogador, é um gol que segue sendo comentado até hoje e que traz ótimas recordações.

Arie Haan marca em Holanda x Itália na Copa de 1978

Duas vezes vice-campeão mundial, Arie Haan marcou apenas seis gols ao longo de sua trajetória pela seleção da Seleção Holandesa, mas ainda assim deixou sua marca na história das Copas.

O nível apresentado pelo time comandado por Rinus Michels era impressionante — e o gol de Haan refletia bem essa qualidade. O próprio treinador destacou que a equipe costumava marcar gols belíssimos, atribuindo isso à coragem dos jogadores holandeses em arriscar chutes e à habilidade de alguns em finalizar com excelência.

Archie Gemmill marca em Escócia x Holanda na Copa de 1978

“O gol que marquei contra a Holanda me tornou um herói na Escócia.” A frase é de Archie Gemmill, meio-campista canhoto que protagonizou um lance inesquecível na Copa do Mundo FIFA 1978.

Na jogada, ele passou por quatro adversários antes de finalizar com categoria, construindo um dos gols mais marcantes daquele torneio — celebrado por todo o povo escocês. Apesar de a equipe não ter avançado além da fase inicial, a vitória histórica sobre a Seleção Holandesa, então vice-campeã mundial, ficou eternizada na memória nacional.

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Marco Tardelli marca em Itália x Alemanha Ocidental na final de 1982

O gol marcado na final contra os alemães, junto de sua comemoração marcante, está eternamente ligado à imagem de Marco Tardelli.

O segundo tento daquela decisão nasceu de um domínio preciso, seguido por uma finalização firme com o pé esquerdo, cruzando a bola para o lado oposto do gol. Em seguida, veio a icônica corrida com os punhos erguidos e o rosto tomado pela emoção. Anos depois, ele resumiu o momento dizendo que aquele grito sempre esteve dentro dele — e que, naquele instante, finalmente ganhou vida.

Diego Armando Maradona marca em Argentina x Bélgica na Copa de 1986

Maradona Bélgica 1986

O camisa 10 argentino talvez não tenha tido o melhor desempenho individual já visto em Copas, mas, ainda assim, o México se rendeu ao talento de Diego Maradona.

Jean-Marie Pfaff, que esteve em campo como adversário e também se tornou amigo do craque, afirmou quase 30 anos depois, em entrevista ao site Infobae, que enfrentou o maior jogador de todos os tempos. Segundo ele, sem a presença de Maradona, sua equipe teria vencido aquela partida.

Diego Armando Maradona marca em Argentina x Inglaterra na Copa de 1986

“O Gol do Século”. A jogada foi tão celebrada e analisada ao longo do tempo que, muitas vezes, bastam as palavras do próprio Diego Maradona para defini-la: ele descreveu o lance como um gol que parecia ter sido sonhado.

Manuel Negrete marca em México x Bulgária na Copa de 1986

Um gol que ganha ainda mais relevância com o passar do tempo para o México, já que representa a última vitória que levou o país às quartas de final de uma Copa do Mundo. Manuel Negrete marcou com um voleio impressionante, um lance raro e tecnicamente brilhante.

Em entrevista ao jornal El País, o ex-jogador destacou a beleza da jogada, ressaltando principalmente o domínio da bola antes da finalização — um detalhe que, segundo ele, foi fundamental para a execução perfeita do gol.

Lothar Matthäus marca em Alemanha Ocidental x Iugoslávia na Copa de 1990

A partida terminou em goleada e não teve grandes desdobramentos, embora tenha ajudado a Seleção Alemã a encaminhar a liderança do Grupo D na Copa de 1990. O triunfo por 4 a 1 no San Siro, no entanto, ficou marcado por um lance inesquecível.

Com o placar ainda em 2 a 1, Lothar Matthäus arrancou desde o campo de defesa, avançando em velocidade e superando a marcação, antes de finalizar com um potente chute de direita de fora da área, sem dar qualquer chance ao goleiro Tomislav Ivković.

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Roberto Baggio marca em Itália x Tchecoslováquia na Copa de 1990

Roberto Baggio ainda não era a estrela consagrada que se tornaria anos depois, mas já deixava claro o talento que o levaria ao topo. Com uma mistura perigosa de velocidade e técnica refinada, ele brilhou em uma campanha na qual a Seleção Italiana acabou eliminada na dramática semifinal diante da Seleção Argentina.

Ao longo da jogada, os defensores foram sendo superados pela habilidade de Baggio, até que ele ficou cara a cara com o goleiro Jan Stejskal, que não conseguiu evitar a finalização precisa do italiano.

Gheorghe Hagi marca em Romênia x Colômbia na Copa de 1994

O nome de Gheorghe Hagi se tornou lendário no futebol. O craque romeno teve grande destaque na Copa de 1994, especialmente na partida contra a Seleção Colombiana, que não resistiu ao belo chute de canhota do “Maradona dos Cárpatos”.

Anos depois, Hagi revelou que, no lance do gol, já conhecia bem o estilo do goleiro Óscar Córdoba e sabia que ele costumava jogar adiantado — o que foi decisivo para a execução da finalização.

Saeed Al-Owairan marca em Arábia Saudita x Bélgica na Copa de 1994

Por alguns instantes, Saeed Al-Owairan reviveu o espírito de Diego Maradona em campo. Contra a Seleção Belga, ele protagonizou uma arrancada de cerca de 70 metros que terminou em um gol histórico, garantindo a vitória em Washington.

Nem mesmo o goleiro Michel Preud’homme conseguiu impedir o lance memorável. Anos depois, o próprio jogador afirmou que aquele foi o gol mais bonito de sua carreira — dedicado a todos os sauditas e ao mundo árabe.

Michael Owen marca em Inglaterra x Argentina na Copa de 1998

Foi o momento em que o jovem atacante inglês se apresentou ao mundo do futebol. Michael Owen tinha apenas 18 anos quando brilhou intensamente na noite de 30 de junho de 1998.

Anos depois, ele afirmou que aquele gol transformou sua vida — não por mudar quem ele era, mas pela forma como passou a ser visto. Segundo o próprio jogador, foi justamente aquele lance que o colocou definitivamente no cenário mundial do futebol.

Dennis Bergkamp marca em Holanda x Argentina na Copa de 1998

Foi um golpe duro para a Seleção Argentina. Nos instantes finais, a Seleção Holandesa eliminou uma equipe que vinha embalada após superar a Seleção Inglesa nos pênaltis.

Quando a partida já se encaminhava para a prorrogação, Dennis Bergkamp protagonizou um lance genial, transformando o improvável em realidade. Anos depois, o próprio jogador afirmou que aquele foi o gol mais bonito de sua carreira, destacando não apenas a execução técnica, mas também a importância do momento — já que garantiu a vaga na semifinal do Mundial.

Ronaldinho Gaúcho marca em Brasil x Inglaterra na Copa de 2002

Ronaldinho Inglaterra 2002

David Seaman não teve tempo de reação. A cobrança de falta de Ronaldinho Gaúcho ganhou altura, força e trajetória suficientes para surpreender o goleiro inglês.

Nos dias seguintes, surgiram debates sobre a real intenção do brasileiro — se ele buscava exatamente aquele ângulo. O próprio Ronaldinho tratou de esclarecer: afirmou que queria finalizar em direção ao gol, mas não necessariamente no ponto exato onde a bola acabou entrando.

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Esteban Cambiasso marca em Argentina x Sérvia na Copa de 2006

“Foi o gol mais bonito de todos.” A frase é de Hernán Crespo, um dos maiores artilheiros da história da Seleção Argentina.

Embora não tenha sido ele o autor do gol, Crespo participou diretamente da jogada ao dar o toque final antes da finalização, em um lance construído após uma impressionante sequência de 25 passes. Apesar da eliminação nas quartas de final diante da Seleção Alemã, a vitória por 6 a 0 sobre a Seleção Sérvia e Montenegro ficou marcada como um dos momentos mais emblemáticos daquela geração, graças à perfeita troca de passes que resultou no gol.

Maxi Rodríguez marca em Argentina x México na Copa de 2006

Argentinos e mexicanos travaram um duelo equilibrado que persistiu até a prorrogação nas oitavas de final de 2006. Foi então que Maxi Rodríguez entrou para a história ao marcar um gol decisivo.

Anos depois, o próprio jogador destacou a importância daquele momento, afirmando que foi o lance que marcou sua carreira. Segundo ele, todo atleta sonha em fazer um gol que ajude a Seleção Argentina a vencer e avançar de fase — e realizar isso teve um significado especial.

Giovanni van Bronckhorst marca em Holanda x Uruguai na Copa de 2010

Frank de Boer, então assistente de Bert van Marwijk naquela campanha e ex-capitão da equipe, foi direto ao descrever o lance: afirmou que foi um chute incrivelmente bonito, praticamente perfeito, algo que talvez aconteça apenas uma vez na carreira.

O protagonista foi Giovanni van Bronckhorst, autor do gol que abriu o caminho para a vitória da Seleção Holandesa sobre a Seleção Uruguaia na semifinal da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.

James Rodríguez marca em Colômbia x Uruguai na Copa de 2014

Foi uma verdadeira obra-prima, reconhecida com o Prêmio Puskás de gol mais bonito do ano. Em uma das atuações individuais mais marcantes de um sul-americano na última década, James Rodríguez eternizou seu nome com um lance espetacular.

Após dominar a bola no peito, girar rapidamente e finalizar de primeira com o pé esquerdo, ele acertou um chute potente e preciso, sem dar chances ao goleiro Fernando Muslera.

Benjamin Pavard marca em França x Argentina na Copa de 2018

Esse gol acabou sendo escolhido como o mais bonito da Copa disputada na Rússia. O confronto entre a Seleção Francesa e a Seleção Argentina foi um dos mais emocionantes do torneio, terminando com vitória dos “Bleus”, que mais tarde conquistariam o título.

O chute de Benjamin Pavard se tornou um dos grandes símbolos daquela campanha. O próprio jogador afirmou que o gol o acompanhará por toda a vida, destacando que aquele momento transformou sua trajetória — e que, no futuro, será sempre lembrado por esse lance contra a Argentina.

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