Objetivo de escolher os maiores nomes da história da seleção brasileira em Copas do Mundo. Veja, a seguir, a relação completa dos jogadores selecionados.
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Mesmo diante de tantos craques históricos, nem Pelé alcançou unanimidade na votação. Apesar de liderar o ranking geral, ele não foi apontado como o melhor por três dos jurados, que optaram por aquele que muitos consideram seu maior companheiro em campo: Garrincha. Atuando lado a lado, a dupla manteve um retrospecto impressionante — a seleção brasileira jamais foi derrotada enquanto ambos estiveram juntos em campo.
A terceira posição do ranking ficou com Ronaldo, que integrou o elenco campeão da Copa de 1994, nos Estados Unidos, ainda com menos de 18 anos e sem atuar em campo. Anos depois, foi o grande destaque da equipe comandada por Luiz Felipe Scolari, liderando a conquista do pentacampeonato mundial em 2002.
1. Pelé
Amplamente reconhecido como o maior nome da história do futebol, Pelé também se destaca como o principal jogador da Seleção Brasileira em Copas do Mundo. Ao longo de quatro edições disputadas, conquistou três títulos (1958, 1962 e 1970) e entrou para a história como o campeão mais jovem do torneio, ao vencer em 1958 com apenas 17 anos.
Sua grandeza ultrapassa os gramados: foi eleito “Atleta do Século” por importantes publicações europeias e apontado pela FIFA como o melhor jogador do século XX. Em Copas do Mundo, balançou as redes 11 vezes, incluindo dois gols na final de 1958 e um na decisão de 1970, consolidando ainda mais seu legado no cenário mundial.
2. Garrincha
A escolha de Garrincha como o segundo maior brasileiro na história das Copas do Mundo revela um dado interessante: ele foi o único capaz de superar Pelé em parte das votações. Conhecido como o “Anjo das pernas tortas”, participou de três edições do torneio e conquistou dois títulos (1958 e 1962), deixando sua marca com dribles imprevisíveis e jogadas geniais.
Para muitos especialistas, foi o principal destaque da Seleção Brasileira na campanha vitoriosa no Chile, sobretudo após a lesão de Pelé. Naquela edição, teve atuações decisivas, balançando as redes duas vezes nas quartas de final e repetindo o feito na semifinal, sendo peça fundamental na conquista do bicampeonato mundial.
3. Ronaldo
Nem mesmo os problemas físicos foram capazes de frear a trajetória de Ronaldo. Bicampeão mundial, ele viveu em 2002 um dos momentos mais marcantes de sua carreira. Após enfrentar uma grave lesão no ligamento do joelho direito — que, na época, encerrava a carreira de muitos atletas —, conseguiu se recuperar e voltou ao mais alto nível.
Naquele Mundial, assumiu o papel de protagonista, sendo o principal nome da equipe, artilheiro da competição e peça-chave na conquista do pentacampeonato da Seleção Brasileira. Durante muitos anos, também liderou a lista de maiores goleadores da história das Copas do Mundo, com um total de 15 gols marcados.
4. Romário
Conhecido como “Baixinho”, Romário foi o grande protagonista da campanha brasileira na Copa do Mundo de 1994. Artilheiro nato e referência dentro da área, formou uma parceria de destaque com Bebeto, criando uma das duplas mais eficientes do torneio.
Durante a competição realizada nos Estados Unidos, marcou cinco gols e teve atuações decisivas. Entre os lances mais marcantes, estão o belo chute de primeira contra a Holanda, nas quartas de final, e o gol que garantiu a vitória sobre a Suécia na semifinal, encerrando um longo período sem finais para o Brasil. Na decisão contra a Itália, após empate sem gols no tempo regulamentar, mostrou frieza ao converter sua cobrança na disputa de pênaltis, contribuindo diretamente para a conquista do tetracampeonato.
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5. Didi
Apelidado de “Príncipe Etíope” pela sua classe em campo, Didi era visto como um dos jogadores mais refinados de sua geração. Bicampeão mundial com a Seleção Brasileira nas Copas de 1958 e 1962, destacou-se especialmente no torneio disputado na Suécia, onde foi eleito o melhor jogador pela FIFA, além de integrar a seleção ideal do Mundial seguinte, no Chile.
Dono de grande visão de jogo e técnica apurada, chegou a ser comparado a Pelé por sua habilidade. Também entrou para a história por criar o famoso chute da “folha seca”, caracterizado pelo efeito imprevisível na bola — movimento que ganhou notoriedade, entre outros momentos, no gol de falta contra o Peru nas eliminatórias para a Copa de 1958.
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