Fala, apaixonados por futebol! Como vocês estão? Será que ainda lembram de todos os mascotes das Copas do Mundo? Com o torneio cada vez mais próximo, já dá pra sentir aquele clima único que só esse momento traz. Muita gente guarda na memória os gols históricos, os lances inesquecíveis e até as derrotas que marcaram. Mas existe outro elemento que também conquista espaço no coração dos torcedores: os mascotes que mais se destacaram ao longo das edições do Mundial.
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Personagens simbólicos das Copas do Mundo
A presença de mascotes na Copa do Mundo começou apenas em 1966, quando o torneio foi realizado na Inglaterra. A partir daí, a cada edição, um novo personagem passa a ser apresentado, ganhando destaque em campanhas promocionais e contribuindo para deixar o maior evento do futebol ainda mais marcante e atrativo.
Ao longo das edições, a Copa do Mundo já apresentou uma grande variedade de mascotes: desde animais selvagens e domésticos até figuras humanas, frutas, formas abstratas, seres de outro planeta e até uma pimenta já serviram de inspiração.
Enquanto alguns desses personagens ficaram marcados na memória dos torcedores, outros acabaram sendo esquecidos com o tempo. É o caso do pioneiro World Cup Willie, criado para o torneio realizado na Inglaterra, que hoje não é tão lembrado por muitos.
Outro exemplo é Gauchito, que apesar do nome conhecido, também não conquistou grande destaque. Inclusive, a edição de 1978 segue sendo lembrada até hoje por diversas controvérsias que marcaram aquela Copa.
Fuleco: o mascote do Brasil na Copa de 2014
Escolhido por meio de votação popular, o simpático Fuleco foi definido como o representante oficial da Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil. Seu nome surgiu da combinação das palavras “futebol” e “ecologia”, dando origem a “Fu-leco”.
Com muito carisma, para usar um termo do próprio futebol, Fuleco brilhou durante o torneio e conquistou principalmente o público infantil. Inspirado no tatu-bola — espécie típica da fauna brasileira e que está ameaçada de extinção — o mascote foi estilizado com as cores da bandeira nacional e segue até hoje na lembrança dos torcedores.
Zakumi: o mascote da Copa na África do Sul (2010)
O carismático leopardo, animal bastante representativo da fauna sul-africana, foi escolhido como símbolo da Copa do Mundo de 2010. Com visual nas cores da seleção anfitriã — verde e amarelo —, o Zakumi ganhou destaque e acabou se tornando um dos rostos mais marcantes daquele torneio, ao lado das famosas vuvuzelas.
O nome do mascote é resultado da combinação de “ZA”, sigla usada para se referir à África do Sul, com “kumi”, que significa “dez”, fazendo alusão ao ano da competição. Além disso, sua criação carrega significados históricos importantes.
Apesar de ter sido apresentado oficialmente apenas em 2008, Zakumi tem como “data de nascimento” o dia 16 de junho de 1994 — um momento simbólico para o país, que marcou o fim do regime do Apartheid e o restabelecimento da democracia sul-africana.
Zabivaka: o mascote da Copa da Rússia (2018)
Direto da Rússia, surge o simpático lobinho artilheiro: prazer, Zabivaka! Representando a Copa do Mundo de 2018, ele já mostrava sua vocação para marcar gols até no próprio nome. Inspirado no lobo — um dos animais mais emblemáticos do país e conhecido por ser um predador importante na natureza —, o personagem foi a escolha ideal para simbolizar o torneio.
Mais especificamente, o mascote foi baseado no lobo-cinzento, espécie que também enfrenta risco de extinção. No visual, Zabivaka aparece sempre pronto para o jogo, chutando uma bola e vestindo as cores da bandeira russa. Outro detalhe marcante é o uso de óculos especiais, pensados para proteger seus olhos do reflexo intenso da luz na neve. Um visual carismático que conquistou muita gente!
Striker: o mascote da Copa dos EUA (1994)
Nada mais apropriado do que um mascote chamado Striker em uma Copa do Mundo marcada pelo brilho de Romário. Representando os Estados Unidos em 1994, o simpático cachorro recebeu esse nome justamente por significar “artilheiro” em português.
Para muitos, ele está entre os mascotes mais carismáticos já criados para o torneio. Ainda assim, essa simpatia não se refletiu nas vendas de produtos: os itens relacionados ao personagem tiveram desempenho abaixo do esperado na época, com relatos de baixa procura.
No visual, o cãozinho aparecia com as cores da bandeira dos EUA e a inscrição “USA 94” estampada na camisa. E mesmo sem grande sucesso comercial, acabou trazendo sorte para o Brasil, que conquistou naquele ano o tão sonhado tetracampeonato.
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Footix: o mascote da Copa da França (1998)
Existe algo mais simbólico do que um galo como mascote de uma Copa do Mundo realizada na França? Foi justamente essa a escolha para o torneio de 1998, que contou com o carismático Footix como representante oficial.
O nome do personagem surgiu da combinação entre “football” e Asterix, um dos maiores ícones da cultura francesa. Criado a partir de um concurso promovido pela Federação Francesa de Futebol, o simpático galinho caiu nas graças do público e se tornou um grande sucesso durante aquela edição do Mundial.
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